Há
somente quatro opções em relação à
identidade de Jesus Cristo.
Ou ele é uma lenda, um mentiroso, um
lunático ou Ele é Senhor e Deus. Há pouca
probabilidade de que as alegações de sejam
lenda. Não houve tempo para que se
desenvolvesse uma história para substituir
os fatos. Também se as alegações que Jesus
fez a respeito de si fossem lenda, os
oponentes Judeus do Cristianismo certamente
diriam que essas alegações nunca foram
feitas. Diferentemente dos céticos modernos,
os Rabis (mestres) aparentemente nunca
negaram que Jesus tenha feita tais alegações
a respeito de si. Em vez disso, eles O
acusaram de mentiroso.
Jesus tinha consciência de
ser divino. De acordo com os vários
registros dos evangelhos, Jesus acreditava
ter o poder de fazer milagres e o poder de
perdoar pecados. Ele mesmo alegou: "Eu e o
Pai somos um" (João 10.30).
Considerando que Jesus alegou
ser Deus, suas declarações podem ser ou
verdadeiras ou falsas. Se falsas, Ele deve
ter sido um mentiroso, conduzindo multidões
ao engano. Ou Ele era um lunático que
acreditava ser Deus, quando na realidade era
somente um homem.
O caráter moral de Jesus e
sua disposição de morrer por sua alegação de
ser Deus convenceram a muitas pessoas de que
Jesus não estava mentindo. A humildade e
amor altruísta de Jesus, sua maneira
inteligente de se comunicar com as
multidões, seu impressionante auto-controle
e compostura no meio de tremendo estresse
físico e psicológico ao ser traído e
crucificado, tudo aponta para seu contato
com a realidade. Jesus não era lunático.
Deus que as
evidencias mostram que ele nem é um
mentiroso e nem um lunático, então a única
alternativa que nos resta é de que o que Ele
disse é verdade.
Jesus is Senhor e Deus. E essa conclusão é
mais tarde confirmada pela extraordinária
evidência de que Jesus se ergueu da
fisicamente da sepultura.
Para leitura adicional: "Knowing
the Truth About the Resurrection" de W. L. Craig (Servant
Books, 1988) e "Em Defesa da Fé" de Lee
Strobel (Ed Vida, 2002).